domingo, 2 de outubro de 2016

Dia dos pais...

Hoje é o dia dos pais, após perder o meu recentemente, sinto que esta data passou a ter um significado ainda mais especial,
Costumávamos almoçar juntos neste dia, chegava em casa e ele estava na cozinha preparando o almoço (o almoço de domingo era dele, independente da data comemorativa)... E a comida era sempre alguma especialidade dele!
Quando os netos vieram, a farra era garantida... A comida era sempre algo que as crianças gostavam de comer: Macarronada, franguinho, arroz, feijão e farofa... Tudo para agradar os netos.
Meu pai era uma pessoa simples, grosso as vezes, mas de um coração enorme!
Sempre disposto a ajudar a quem precisasse.
A família era o mais importante e para agradá-lo não precisava de muita coisa, os netos estando em sua volta já era a felicidade!
Bom...
Achei realmente que não ligaria para a data de hoje, mas estava enganada... Boba que eu fui!
Eu e minha mania de achar que devo ser forte o tempo todo!
Hoje realmente vejo que não sou tão forte assim...
Mas a vida continua e esse é apenas o primeiro, muitos ainda virão e um dia a gente acostuma com a ausência...





UPDATE: Esse texto eu escrevi no dia dos pais e só agora estou tendo a coragem de postar aqui...Nesse dia, a perda do meu pai ainda era muito recente (havia 3 meses da sua partida) e eu ainda estava abalada, mesmo parecendo que tinha superado.Foi um dia difícil e de muito choro..







Estou voltando...

Passaram-se mais de 3 meses que não escrevo nada aqui no blog...
Julho, Agosto e Setembro são meses corridos aqui em casa (aniversário do Théo, do Pedro e meu respectivamente). Teve comemoração e muito carinho...
Teve dia dos pais... E esse dia foi muito difícil pra mim (por causa da minha perda recente).
Aos poucos volto escrevendo sobre tudo que andou acontecendo comigo nesses últimos meses...

Como diria a Simone (a cantora):
"Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão 
preto
Eu to voltando"


terça-feira, 21 de junho de 2016

E nasceu a Dona Martoca...

Boa tarde pessoal!
Como todos sabem, o mês de Maio não foi muito fácil pra mim... Mas a vida precisa continuar, não é mesmo?
Pra ocupar a mente gosto de cozinhar e experimentar receitas novas... 
Numa dessas resolvi fazer um doce que uma amiga havia me ensinado há algum tempinho atrás... 
A famosa Palha Italiana!
Fiz tanta palha que no final, o Pedro levou pra igreja e vendeu tudo... E aí me deu um estalo (ou foi ele que teve um estalo), fazer o doce e ele levar pra vender. Um dinheirinho extra é sempre bom né? 

E, desde então... Respiro, penso e falo somente em palha italiana...


Palha italiana de coco



Palha italiana tradicional




Palha italiana de Oreo




Minha logo lindinha! <3






segunda-feira, 20 de junho de 2016

Ser fortalecida...

Ontem teria tudo para ter sido um domingo normal se não fosse por três acontecimentos diferentes...
Pedro teve de ir trabalhar, Théo e eu estávamos com a saúde um pouco debilitada e decidimos levá-lo à emergência para ter uma assistência médica... Enfim... 
Chegamos à clínica as 10h e fomos atendidos bem rápido, mas o que não contávamos era que a tal tosse alérgica que a pediatra tanto falava pra mim, na verdade poderia ser um sinal de que meu filho possui asma ou bronquite. Com o passar das horas, das nebulizações e exames que ele precisou fazer, fui sentindo um grande cansaço e dor (lembrei que eu também estava doente) e nessa hora o meu marido foi o mais forte da nossa família e me sustentou nesse momento de fraqueza. 
Isso me lembrou um ensinamento que li uma vez...

Sua família pode ser comparada a uma corda. Cada membro representa uma fibra. Quando vocês trabalham juntos para fazer o bem, toda a família se fortalece. Todo membro da família tem a responsabilidade de ajudar a fortalecer uns aos outros.

Nossa família será forte - Cheryl A. Esplin - A Liahona, Julho 2009


E depois que meu marido cuidou dos meus incômodos, consegui ajudá-lo a cuidar do nosso filho que era o foco de estarmos naquela clínica. Fomos liberados já era um pouco mais de 20h, estávamos cansados mas com a sensação de dever cumprido.
Como é maravilhoso saber que não precisamos estar fortes o tempo todo, que temos uns aos outros para nos ajudar a nos reerguer em nossos momentos de fraqueza e desânimo.
Como o amo por isso! Até quando eu me faço de forte ele sabe que estou fraca!

O marido e a mulher têm a solene responsabilidade de amar-se mutuamente e amar os filhos, e de cuidar um do outro e dos filhos. (...)

 A Família: Proclamação ao mundo 








quarta-feira, 18 de maio de 2016

As fases do luto

Perdi meu pai há 13 dias e tenho relutado muito em falar sobre o assunto, as vezes acho que não tenho sentido tristeza o suficiente, não tenho sentido a dor lacerante de quem perde um ente querido... Sinto-me como se fosse uma pessoa insensível e isso me incomoda bastante. Mediante isso, fui pesquisar o processo de luto.

O que vou escrever aqui eu tirei da página Psicologia Free, escolhi essa página por que resume e detalha bem como é esse processo (quem quiser conhecer mais essa página Clique Aqui).

"Luto é uma palavra que acompanha o ser humano desde sempre, principalmente quando perdemos alguém de quem gostamos muito. É uma espécie de despedida forçada e para sempre. Mas afinal o que é o luto? Como se processa? É mesmo necessário esse doloroso processo?"

É uma pergunta muito boa, isso é realmente necessário? Esse sofrimento, essa dor que chega ser física... Então o psicólogo Jorge Elói continua com a sua explicação...

"O luto é um processo necessário e fundamental para preencher o vazio deixado por qualquer perda significativa não apenas de alguém, mas também de algo muito importante, como um objeto, uma viagem, um emprego, uma ideia, etc.

(...) O processo de luto é acompanhado por um conjunto de sentimentos, entre os quais: tristeza, raiva, culpa, ansiedade, solidão, fadiga, desamparo, choque, anseio, torpor, alívio e emancipação. Refletindo-se em sintomas físicos de vazio no estômago, aperto no peito, nó na garganta, falta de ar, falta de energia, boca seca entre outros." 

O psicólogo continua a destrinchar o luto, agora dividindo esse período por partes...


A negação- Surge a primeira fase do luto, é no momento que nos parece impossível a perda, em que não somos capazes de acreditar. A dor da perda seria tão grande, que não pode ser possível, não poderia ser real.
A raiva – A raiva surge depois da negação. Mas mesmo assim, apesar da perda já consumada negamo-nos a acreditar. Pensamento de “ porque a mim?” surgem nesta fase, como também sentimentos de inveja e raiva. Nesta fase, qualquer palavra de conforto, parece-nos falsa, custando acreditar na sua veracidade
A negociação (ou Barganha) - A negociação, surge quando o individuo começa a por a hipótese da perda, e perante isso tenta negociar, a maioria das vezes com Deus, para que esta não seja verdade. As negociações com Deus, são sempre sob forma de promessas ou sacrifícios.
A depressão – A depressão surge quando o individuo toma consciência que a perda é inevitável e incontornável. Não há como escapar à perda, este sente o “espaço” vazio da pessoa (ou coisa) que perdeu. Toma consciência que nunca mais irá ver aquela pessoa (ou coisa), e com o desaparecimento dele, vão com ela todos os sonhos, projetos e todas as lembranças associadas a essa pessoa ganham um novo valor.
A aceitação – Última fase do luto. Esta fase é quando a pessoa aceita a perda com paz e serenidade, sem desespero nem negação. Nesta fase o espaço vazio deixado pela perda é preenchido. Esta fase depende muito da capacidade da pessoa mudar a perspetiva e preencher o vazio. 
(...) As fases do luto, não possuem um tempo predefinido para acontecerem. Depende da perda e da pessoa. Porém sabe-se que a que leva mais tempo é da fase da depressão para a fase de aceitação, algumas pessoas levam décadas de vida e outras nunca conseguiram aceitar com serenidade a perda.

Lidar com a perda de alguém querido nesse mundo cada vez mais catastrófico nos faz ter um processo de luto muito doloroso e traumático.
Porém, em minhas leituras sobre a morte e o luto não consegui me identificar em alguma dessas fases específicas, na verdade tenho lidado bem com esse fato.
O que tem me ajudado a passar por isso é que tenho tido um suporte religioso muito completo, com doutrinas que me confortam e que me garantem que a morte não é o fim, além disso, o que também ajuda é que nos momentos de dificuldades a família se une pra proteger um ao outro e aqui não foi diferente...
Aprendi que cada pessoa lida de uma maneira, sente de uma maneira e para isso não existe parâmetros... E que não sou insensível por estar seguindo o meu caminho sem passar pelo sofrimento que o luto ocasiona na maioria das pessoas...

Mas a razão de estar lidando bem com esse sentimento eu explico em outra postagem...








Tenho andado sumida, aconteceram várias coisas que merecem postagens distintas... 

Hoje estou passando pra mostrar o catalogo novo da Hinode, cheia de lançamentos e novidades bacanas... Esse mês teve em Curitiba a HinodeFest, e lá foram anunciadas muitas mudanças nos planos de markentig da empresa e os lançamentos em produtos para esse 2° semestre...
Vou deixar o link pra quem quiser conhecer as novidade (Clique Aqui) e conhecer a gama de produtos que a Hinode oferece para o seu público.






quarta-feira, 13 de abril de 2016

A história do beijo...

Hoje as redes sociais estão cheios de fotos de pessoas expressando seu amor através do beijo...

Um beijo (do latim basium) é o toque dos lábios em outra pessoa ou objeto. Na cultura ocidental é considerado um gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida. O beijo nos lábios de outra pessoa é um símbolo de afeição romântica ou de desejo sexual.







Mas... Qual é a história do beijo?

Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.
Era uma espécie de prova de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes.
Na Escócia, era costume o padre beijar os lábios da noiva ao final da cerimônia. Acreditava-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção. Já na festa, a noiva deveria beijar todos os homens na boca, em troca de dinheiro. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era o beijo do czar.
No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público, era obrigado a casar imediatamente. No latim, beijo significa toque dos lábios. Na cultura ocidental, ele é considerado gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida; entre amantes e apaixonados, como prova da paixão.
Mas é também um sinal de reverência, ao se beijar, por exemplo, o anel do Papa ou de membros da alta hierarquia da Igreja. No BrasilD. João VI introduziu a cerimônia do beija-mão: em determinados dias o acesso ao Paço Imperial era liberado a todos que desejassem apresentar alguma reivindicação ao monarca. Em sinal de respeito, tanto os nobres, como as pessoas mais simples, até mesmo os escravos, beijavam-lhe a mão direita antes de fazer seu pedido. Esse hábito foi mantido por D. Pedro I e por D. Pedro II.
Como eu já escrevi em outra postagem (Relembre Aqui), existem várias razões para comemorarmos esse gesto tão íntimo e cheio de significado porém, o importante é celebrar com aquela (s) pessoa (s) especial (ais)...
E VAMOS BEIJAR MUITO!!!


Tipos de beijos!!!